Como redes farmacêuticas estão usando logística e integração digital para crescer em 2026 com eficiência, controle e experiência do cliente.
28 de janeiro de 2026
O início de 2026 chega em um cenário de forte expansão do varejo farmacêutico no Brasil: após um crescimento robusto em 2025, o mercado deve continuar avançando, com projeção de crescimento de cerca de 10,6% em faturamento e participação como um dos principais mercados globais.
Esse momento de crescimento, entretanto, não é homogêneo. As redes que avançam com consistência são aquelas que combinam gestão estruturada, inteligência de mercado e transformação digital estratégica, indo muito além da simples adoção de ferramentas isoladas.
O novo cliente exige mais do que preço e produto
O comportamento do consumidor em 2026 continua evoluindo. Estudos apontam que, mais do que canais físicos ou digitais isolados, o cliente busca experiências fluídas que integrem todos os pontos de contato, online e offline, com conveniência e transparência.
Hoje, ele não compara sua farmácia apenas com outra farmácia local: ele compara com gigantes que oferecem experiência, visibilidade e consistência, como Amazon, Magalu ou grandes marketplaces. A entrega, neste contexto, é onde boa parte dessa experiência é decidida.
Quando crescer começa a gerar problema
Redes que entram em 2026 com mais lojas, mais canais e mais pedidos, mas sem uma logística estruturada e integrada, começam a sentir sintomas comuns:
aumento de retrabalho operacional
sistemas que não se comunicam entre si
dificuldade para manter prazos prometidos
custos de frete crescendo mais rápido que o faturamento
insatisfação do cliente por falhas simples de comunicação
Estes problemas nem sempre aparecem de forma explícita. Muitas vezes, eles se acumulam silenciosamente e só ficam visíveis quando o prejuízo já está instalado, prejudicando a confiança do cliente e a eficiência da operação.
A digitalização deixa de ser opcional
O recente Levantamento de Maturidade de Transformação Digital da Abradilan destaca que a digitalização deve ser encarada como um processo amplo, que vai muito além de tecnologia: ela envolve estratégia, liderança, experiência do cliente, dados e cultura organizacional.
Isso significa que as redes mais preparadas para 2026 são aquelas que:
✔️ Têm liderança alinhada com transformação digital
✔️ Centralizam dados e extraem insights estratégicos
✔️ Priorizam a experiência do cliente em todos os canais
✔️ Integram tecnologia e operação para ganhar eficiência
Logística como motor de crescimento
As farmácias que realmente se destacam não tratam a logística como um custo a ser minimizado. Elas a veem como um motor de crescimento, diretamente ligado à experiência e à fidelização. A última milha, o trecho final da entrega, tornou-se um ponto de decisão para o cliente. É ali que se forma a opinião dele sobre a marca — e é por isso que falhas na entrega podem invalidar todo o esforço feito em marketing, vendas e relacionamento.
A OnHere atua como um Hub Logístico Conectado, integrando canais de venda, lojas, operadores logísticos e cliente final em um único ambiente inteligente. Com expedição automatizada, roteirização inteligente e controle ponta a ponta, redes conseguem:
✔️ Crescimento escalável com controle
✔️ Redução de retrabalho e falhas humanas
✔️ Maior consistência na experiência do cliente
Em 2026, crescer deixa de ser um risco e passa a ser uma consequência natural de uma operação organizada e conectada.



